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Unicamp: Os funerais da Mamãe Grande
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Os funerais da Mamãe Grande
Autor: Gabriel García Márquez
Movimento literário: Realismo mágico
Nascido em 1927, na Colômbia, Gabriel García Márquez é um dos mais celebrados escritores latino-americanos de todos os tempos. Sua produção de contos e romances tem como destaque Cem anos de solidão (1967), considerada a sua obra-prima. Laureado em 1982 com o Prêmio Nobel de Literatura, Gabo – apelido pelo qual era carinhosamente conhecido – tornou-se um dos expoentes do chamado realismo mágico latino-americano, movimento que ganhou força nas décadas de 1960 e 1970.
Estilo: Os contos da coletânea são narrados em terceira pessoa, a partir de uma perspectiva onisciente que permite ao autor adotar uma postura ora mais distanciada – como se estivesse apenas relatando objetivamente os fatos – ora mais próxima da subjetividade dos personagens, filtrando os acontecimentos por meio de seus valores, sentimentos e pontos de vista. No conto que dá título ao livro, a adjetivação hiperbólica, o emprego frequente do superlativo, as cifras exageradas e as extensas enumerações criam um efeito de grandiloquência que funciona como crítica aos excessos retóricos do discurso oficial.
Estrutura: adepto do realismo mágico, García Márquez transita entre a realidade e a fantasia, construindo sua crítica social com base em efeitos alegóricos e no manejo habilidoso da ironia. As narrativas se situam em meados do século XX, momento de profundas transformações políticas e sociais na América Latina. Há também referências ao passado colonial e aos conflitos ocorridos ao longo do século XIX. Os contos são todos ambientados na região do Caribe, no norte da Colômbia. Em alguns, o local onde se passa a história não recebe nome, sendo identificado apenas como o povoado (pueblo); em outros, a narrativa transcorre em Macondo, topônimo imaginário que funciona como uma espécie de microcosmo não apenas da região do Caribe, mas também da Colômbia e de toda a América Latina. Menções a outras cidades, povoados e à capital Bogotá aparecem especialmente no conto de encerramento.
Importância da obra: em Os Funerais da Mamãe Grande, Gabriel García Márquez oferece aos leitores uma provocativa reflexão sobre o poder que, sem se limitar a seus possíveis referentes históricos, alcança um sentido mais profundo ao retratar, com complexidade e imaginação, as dinâmicas de dominação e exploração do mundo real.
Estilo: Os contos da coletânea são narrados em terceira pessoa, a partir de uma perspectiva onisciente que permite ao autor adotar uma postura ora mais distanciada – como se estivesse apenas relatando objetivamente os fatos – ora mais próxima da subjetividade dos personagens, filtrando os acontecimentos por meio de seus valores, sentimentos e pontos de vista. No conto que dá título ao livro, a adjetivação hiperbólica, o emprego frequente do superlativo, as cifras exageradas e as extensas enumerações criam um efeito de grandiloquência que funciona como crítica aos excessos retóricos do discurso oficial.
Estrutura: adepto do realismo mágico, García Márquez transita entre a realidade e a fantasia, construindo sua crítica social com base em efeitos alegóricos e no manejo habilidoso da ironia. As narrativas se situam em meados do século XX, momento de profundas transformações políticas e sociais na América Latina. Há também referências ao passado colonial e aos conflitos ocorridos ao longo do século XIX. Os contos são todos ambientados na região do Caribe, no norte da Colômbia. Em alguns, o local onde se passa a história não recebe nome, sendo identificado apenas como o povoado (pueblo); em outros, a narrativa transcorre em Macondo, topônimo imaginário que funciona como uma espécie de microcosmo não apenas da região do Caribe, mas também da Colômbia e de toda a América Latina. Menções a outras cidades, povoados e à capital Bogotá aparecem especialmente no conto de encerramento.
Importância da obra: em Os Funerais da Mamãe Grande, Gabriel García Márquez oferece aos leitores uma provocativa reflexão sobre o poder que, sem se limitar a seus possíveis referentes históricos, alcança um sentido mais profundo ao retratar, com complexidade e imaginação, as dinâmicas de dominação e exploração do mundo real.
