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Unicamp: Memórias Póstumas de Brás Cubas
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Memórias Póstumas de Brás Cubas
Autor: Machado de Assis
Movimento literário: Realismo
Machado de Assis (1839–1908) foi um dos maiores escritores da literatura brasileira. Fundador da Academia Brasileira de Letras, escreveu romances, contos, crônicas, poesias e peças teatrais. Autodidata, destacou-se por seu estilo irônico e profundo, marcando a transição literária do Romantismo para o Realismo. Sua obra-prima Memórias Póstumas de Brás Cubas inaugurou o movimento literário realista no Brasil em 1881.
Estilo: o romance apresenta um estilo inovador, marcado por capítulos curtos, linguagem concisa, digressões filosóficas e uso frequente da ironia. O narrador dialoga diretamente com o leitor, rompendo convenções do romance tradicional.
Estrutura: narrado por um “defunto autor”, o livro reúne as memórias de Brás Cubas, membro da elite imperial, que revisita sua trajetória com ironia e desencanto. Ao expor seus fracassos amorosos, políticos e familiares, constrói uma crítica feroz à sociedade brasileira do século XIX. O tempo da narrativa é retrospectivo, com idas e vindas que seguem a memória do narrador. Brás Cubas narra após a morte, refletindo livremente sobre sua existência entre 1805 e 1869, sem compromisso com a cronologia linear.
A maior parte da trama se passa no Rio de Janeiro do período imperial, especialmente em ambientes burgueses: casas, salas de visita, ruas centrais, chácaras e repartições públicas. Esses espaços funcionam como retrato simbólico de uma sociedade aristocrática ociosa e desigual.
Importância da obra: Memórias póstumas de Brás Cubas marca uma ruptura decisiva na literatura brasileira ao introduzir o Realismo com linguagem sofisticada, crítica social profunda e originalidade narrativa. É considerada uma das obras-primas da literatura de língua portuguesa.
Estilo: o romance apresenta um estilo inovador, marcado por capítulos curtos, linguagem concisa, digressões filosóficas e uso frequente da ironia. O narrador dialoga diretamente com o leitor, rompendo convenções do romance tradicional.
Estrutura: narrado por um “defunto autor”, o livro reúne as memórias de Brás Cubas, membro da elite imperial, que revisita sua trajetória com ironia e desencanto. Ao expor seus fracassos amorosos, políticos e familiares, constrói uma crítica feroz à sociedade brasileira do século XIX. O tempo da narrativa é retrospectivo, com idas e vindas que seguem a memória do narrador. Brás Cubas narra após a morte, refletindo livremente sobre sua existência entre 1805 e 1869, sem compromisso com a cronologia linear.
A maior parte da trama se passa no Rio de Janeiro do período imperial, especialmente em ambientes burgueses: casas, salas de visita, ruas centrais, chácaras e repartições públicas. Esses espaços funcionam como retrato simbólico de uma sociedade aristocrática ociosa e desigual.
Importância da obra: Memórias póstumas de Brás Cubas marca uma ruptura decisiva na literatura brasileira ao introduzir o Realismo com linguagem sofisticada, crítica social profunda e originalidade narrativa. É considerada uma das obras-primas da literatura de língua portuguesa.
